algumas pequenas ações realizadas por mim e pela Fabriquinha (meu projeto com a Juliana Mafra)

A Coreografia da Mulher Invisível foi um acontecimento decorrido na cantina da Universidade de Coimbra, quando me disponibilizei fazer algumas horas de trabalho em troca da propina na universidade.  Esta ação é um registro dos diversos passos de dança que pude fazer sem ser notada quando estava uniformizada e atrás do balcão da cantina. O vídeo foi exibido na exposição coletiva Motel Coimbra, dentro do programa do Doutoramento em Arte Contemporânea do Colégio das Artes - UC.



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Fabriquetas é um trabalho feito em parceria com a Juliana Mafra. Fabricamos as nossas próprias moedas e saímos para troca-las por bens, serviços e outros tipos de moedas, afim de testar o valor da nossa arte nesse consumido e consumível mundo contemporâneo.

 

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Conjuntinho é um trabalho que consiste em três partes, a primeira foi realizada para concorrer à mostra de artes que acontecia todos os anos na universidade, e consistia em uma pintura e um pufe a fazer pandam. Recusadas da mostra, eu e Juliana pintamos com os mesmos motivos as nossas próprias roupas que nós mesmas costuramos e fomos exibir nossas pinturas no dia da abertura dessa exposição. Mais tarde fizemos uma caixa com as nossas bonecas.

 

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Este trabalho foi selecionado pelo programa Rumos Artes Visuais do Instituto Itaú Cultural, e pode ser encontrado na Enciclopédia do Itaú Cultural (que honra né?)

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Através do edital de ocupação da Galeria da Copasa, conseguimos o espaço da mesma galeria para ocuparmos por um mês e dois dias.
Durante esse tempo, estivemos por lá trabalhando todos os dias da hora da abertura até a hora do fecho. Pintamos, desenhamos, costuramos, recebemos amigos e clientes.

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Antes e depois foi um trabalho apresentado no salão da Usiminas, e consistia em transformar uma antiga mesa que ia para o lixo em um banco de bichinho e vários  retalhos que foram aproveitados cada um à sua maneira.

 

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No dia do nada, eu e Juliana esticamos o cabelo e fomos apanhar vento na montanha mais alta da nossa cidade.

 

 

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Nessa foto, eu e a Juliana estamos indo embora da exposição do Guto Lacaz nas nossas Eguinhas garanhonas, foi por ler no convite da abertura da exposição que na porta da galeria haveria um manobrista que nós resolvemos confeccionar as nossas primeiras Eguinhas.
As Eguinhas se multiplicaram, e houve até um leilão com essas eguinhas na Galeria do BDMG Cultural.

 

 

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A Lanchonete Fabriquinha, foi uma das empreitadas mais lucrativa da nossa incrível Fabriquinha, ela foi muito útil para os colegas e funcionários da universidade também. Através deste trabalho, pudemos experimentar o ramo do misto quente, e o consideramos na época uma atividade muito promissora.

 

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Os Pixos foram colados em diversos lugares.

Escaninhos de professores, casa de familiares e amigos, espaços públicos, privados, eram uma espécie de declaração de amor, escolhemos chamar de pixos porque fazíamos às escondidas, como acontece na pixação, mas aqui as pessoas adoravam e penso que na verdade, até ficavam à espera para ter um pixo em algum lugar que fosse seu.

 

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